Parece detalhe
Mas é minha indignação
Eu tenho culpa de ser assim,
incansável?
Preferiria ser tolo
como os outros,
aceitar a vida como um jogo
em que a vitória é a morte.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
À beira do fim
O que fazer quando o futuro se dá por sinais tão negativos que a vida parece perder o sentido? Não digo as perdas momentâneas, mas aquelas que são para a vida toda, ou seja, quando podemos perder aquilo que só temos uma vez e nunca mais! O mundo vai cair, lentamente. Que fazer?
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Ponto?
Estou criando hoje uma nova página que está logo acima: Página dos amigos. Nela pretendo registrar todos os trabalhos de pessoas que conheço e a arte de cada uma delas. Aí vai o primeiro texto, que me impressionou muito pela simplicidade e, ao mesmo tempo, pelo sentido profundo que contém; sem deixar, é claro, de brincar de maneira divertida com as palavras, sons e formas. É de Guilherme Mayo.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
A paz
De repente o momento não é oportuno para contar estrelas. Vai ver eu
pegava na mão dela e tudo se resolvia. Mas não era assim, tão simples.
Precisava de algo para me apoiar e só encontrava desespero. Fazer o quê?
Me apoiei nele mesmo! Deixei meus instintos guiarem o corpo e quando
vi... as estrelas cabiam na minha compreensão e então eu me acalmei,
extasiado em saber que eu vivia sem passado, sem futuro.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Fugir ou não fugir? Eis a razão
As coisas, às vezes, parecem acontecer muito bem. Somos carregados para um fosso profundo, enlameado e denso chamado... Bem, não importa o nome, cada um chama da maneira que quiser. O fato é que dentro dele as coisas estão estáveis e fazem sentido, um sentido próprio e, de certa forma, idiota.
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