sábado, 27 de agosto de 2011
Quem é que pensa?
Ontem conversava com meus amigos enquanto andávamos pela rua. Falávamos sobre muitos assuntos – ríamos de vários deles, afinal, somos jovens e, consequentemente, temos a obrigação de rir tão licenciosamente quanto sofrer – e um dos tópicos era a sinceridade das frases que se posta na internet. Diante disso decidi publicar esse texto.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Do silêncio
Tenho feito pouco texto. Não há coisa boa para publicar, minhas caras leitoras e meus caros leitores. Posso até expor algumas passagens engraçadas ou alguns versos metrificados e com rimas; mas seriam tão convencionais... Prefiro ficar calado a calar-me de inconsciência.
Vi agora a palavra boa que usei no início do parágrafo anterior. Parece que quis elevar meus outros textos ao patamar de boa qualidade, pois, por considerá-los aceitáveis, publiquei-os. Isso é falso. Na verdade, só não divulgo aquilo que é ruim em completo sentido e forma. Assim, o que publiquei não considero excepcional; ao contrário, suponho que ainda sofra bastante de imaturidade.
Para ganhar o lustre do saber público, exijo de mim e de minhas palavras um mínimo de ideias cuja estrutura seja forjada no vórtice de minha mente. É quase um alívio quando algo aparece definitivamente, quando os detalhes das frases não brigam mais comigo.
Tentarei publicar mais textos, esforçar-me-ei por isso – vontade de usar mesóclise para contrariar o asco que tenho por ela...
É isso o que precisava dizer, pelo menos, por agora. Até!
Vi agora a palavra boa que usei no início do parágrafo anterior. Parece que quis elevar meus outros textos ao patamar de boa qualidade, pois, por considerá-los aceitáveis, publiquei-os. Isso é falso. Na verdade, só não divulgo aquilo que é ruim em completo sentido e forma. Assim, o que publiquei não considero excepcional; ao contrário, suponho que ainda sofra bastante de imaturidade.
Para ganhar o lustre do saber público, exijo de mim e de minhas palavras um mínimo de ideias cuja estrutura seja forjada no vórtice de minha mente. É quase um alívio quando algo aparece definitivamente, quando os detalhes das frases não brigam mais comigo.
Tentarei publicar mais textos, esforçar-me-ei por isso – vontade de usar mesóclise para contrariar o asco que tenho por ela...
É isso o que precisava dizer, pelo menos, por agora. Até!
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Louco transeunte
Eu sou o transeunte,
louco como todos que me veem passar, mas,
sem o medo de enlouquecer
Cheiro a pouco banho.
Cheiro à rica pobreza
de não ser aceito pela sociedade que me consola
Me deram pão. É do que precisava
A morte da fome adia minha morte
E eu vejo o sol brilhar mais uma vez, intensamente
Continuo minha viagem sem destino
Eu escolhi assim
Queria encontrar outra maré, uma de menos desgraça
louco como todos que me veem passar, mas,
sem o medo de enlouquecer
Cheiro a pouco banho.
Cheiro à rica pobreza
de não ser aceito pela sociedade que me consola
Me deram pão. É do que precisava
A morte da fome adia minha morte
E eu vejo o sol brilhar mais uma vez, intensamente
Continuo minha viagem sem destino
Eu escolhi assim
Queria encontrar outra maré, uma de menos desgraça
Assinar:
Postagens (Atom)