Que frio é esse?
Há duas semanas, eu começando uma folga, o sol raiava perfeitamente! Que sol! Verdejava as plantas que tenho no quintal – umas poucas, mas verdejava!
E aí, vem esse frio e do nada surpreende assim? Fiquei puto!
Tudo bem, estamos no inverno, mas, por que vir essa pancada climática quando já estávamos tão felizes?
E o frio de um mês atrás foi pior, você me fala... É, até foi, mas o de agora é bem mais terrível por ter acabado com o calorzinho confortável que tínhamos! O outro, não, já veio com malas e carta de aviso prévio dizendo quando e para quê viria!
Ah, inexiste coisa mais ruim; estar bem – sentindo-se bem – e tudo ruir, de repente, sem aviso! Às vezes eu acho que o universo conspira, conspira sempre, independente do que eu faça! Mas como eu não acredito nessas coisas de destino, de horóscopo e de universo, vou encerrando o post por aqui... Contudo, não sem antes exclamar: Inferno de frio!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Playground
Catarina chega em casa. Abre a porta e acende a luz de seu apartamento. Tropeça no tapete da entrada e esbarra num pequeno aquário vazio e sujo que estava sobre uma mesa, mas não se machuca. Traz um bolo de confeitaria que havia comprado junto de dois amigos. Eles vem logo atrás, subindo as escadas do prédio; ambos em silêncio. Um deles é a paixão da sua vida, Alberto. O outro é, na verdade, sua melhor e única amiga, Melissa.
domingo, 10 de julho de 2011
Poemas
Hoje publico três poemas meus.
O primeiro é bem livre, não tem métrica nem estrutura de rima definidas.
Já o segundo, um soneto, eu fiz há um tempo para um amigo. Tem métrica e esquema de rimas.
Espero que meus caros leitores gostem. Ah, e o terceiro é sobre amor – sim, eu escrevo sobre isso também.
Até!
O primeiro é bem livre, não tem métrica nem estrutura de rima definidas.
Já o segundo, um soneto, eu fiz há um tempo para um amigo. Tem métrica e esquema de rimas.
Espero que meus caros leitores gostem. Ah, e o terceiro é sobre amor – sim, eu escrevo sobre isso também.
Até!
sábado, 2 de julho de 2011
Sobre o que escreverei?
O primeiro post a gente nunca esquece – nem as frases feitas. O segundo também não. Nem o terceiro. Aliás, o que não se esquece de verdade são aqueles artigos que viram verdadeiras muvucas. Algumas linhas erradas – ou certas – dão o que falar! Quem nunca soltou aquele comentário infeliz no meio dos amigos e ganhou o prêmio Chacota do Mês? Então, é a mesma coisa, mas nas vicissitudes da rede!
Contudo, vamos ao assunto.
Sobre o que escreverei? Blogs é que não será. Bem, talvez eu escreva sobre eles, mas não hoje. Eu queria algo mais gostosinho para o primeiro post. Se eu me apresentasse ficaria muito tradicional e, como todos sabem, o dever do jovem é invariavelmente contrariar qualquer paradigma estabelecido. Então, por que eu, um jovem, desobedeceria tal lei? Não; eu sou um bom cidadão e humano, nunca transgrido. E sobre o que escrever? Talvez escrever a respeito do título do blog, Crônica Simples? Vá, que seja esse o tema do post.
Contudo, vamos ao assunto.
Sobre o que escreverei? Blogs é que não será. Bem, talvez eu escreva sobre eles, mas não hoje. Eu queria algo mais gostosinho para o primeiro post. Se eu me apresentasse ficaria muito tradicional e, como todos sabem, o dever do jovem é invariavelmente contrariar qualquer paradigma estabelecido. Então, por que eu, um jovem, desobedeceria tal lei? Não; eu sou um bom cidadão e humano, nunca transgrido. E sobre o que escrever? Talvez escrever a respeito do título do blog, Crônica Simples? Vá, que seja esse o tema do post.
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